terça-feira, 9 de julho de 2013

Quinta, dia 11, é dia de luta da classe trabalhadora



Quinta, dia 11, é dia de luta da classe trabalhadora. Na UFSC, haverá paralisação dos TAEs e participação no ato unificado.

O dia 11 de julho foi definido pelas principais centrais sindicais do país – CSP-Conlutas, CUT, CTB, Força Sindical, UGT, NCST, CGTB, CSB – como um dia de greves, paralisações e manifestações de rua, para cobrar do governo e dos patrões o atendimento de nossas reivindicações!

Em Florianópolis, o movimento sindical e demais entidades dos movimentos sociais preparam um ato unificado, em defesa das pautas da classe trabalhadora e de bandeiras de luta que marcam essa jornada unitária pelas liberdades democráticas e pelos direitos dos trabalhadores.
O ato unificado terá concentração a partir das 13h, na Praça Tancredo Neves, que fica em frente à Assembleia Legislativa de Santa Catarina, no Centro da cidade. 

A pauta unificada é: o fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Saúde; 10% do PIB para a Educação; a redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução de salários; a valorização das aposentadorias; transporte público e de qualidade; reforma agrária; mudanças nos Leilões de Petróleo e rechaço ao PL 4330, sobre Terceirização.

Na UFSC, o dia 11 é dia de paralisação dos TAEs, votada em assembleia. Haverá concentração no hall da reitoria a partir das 9 horas. Na nossa pauta específica, constam a antecipação das parcelas do Acordo de Greve (10 %) e do step (3,6 para 3,8%) para janeiro de 2014, revogação da Lei que criou a EBSERH, a anulação da reforma da previdência de 1998 e de 2003.
Depois, é acompanhar a luta com os demais trabalhadores de forma unificada.  Todos na Praça Tancredo Neves, a partir das 13 horas.

Eleições para o Sintufsc: debate mostra que é hora da mudança

 
 
O debate que ocorreu no último dia 3 de julho no auditório da Reitoria, foi muito importante para a categoria dos trabalhadores da UFSC. As intervenções dos companheiros da oposição foram incisivas para demonstrar a urgente necessidade de mudança nos rumos do Sintufsc. A chapa 2 pôde esclarecer sobre pontos que, até então, encontravam-se nebulosos por parte da atual diretoria do Sintufsc, como a compra do terreno do Pântano do Sul, por exemplo. 
 
Esse ponto foi bem esclarecido por Elaine Tavares, candidata à coordenadora geral do Sintusfc pela chapa 2 que já atuou como dirigente do Sintufsc em diretorias passadas. Sua fala foi contundente e esclarecedora, pois fez um resgate histórico sobre a compra do referido terreno, tirando dúvidas sobre a legalidade da compra e sua atual situação. Um patrimônio que valoriza a cada dia, está sendo negligenciado pela atual diretoria do sindicato. 
 
Outro momento importante foi a defesa, intransigente, da chapa 2 sobre o combate ao assédio moral na UFSC. A chapa 2 enfatizou que atuará de forma independente à Reitoria, questionando, denunciando e combatendo qualquer ato arbitrário que possa ferir a ética e os princípios democráticos e de respeito à dignidade humana. Esse foi o tom de nosso discurso e vai ser prioridade em nossa gestão. Alguns integrantes da chapa inclusive já atuam, para que os trabalhadores se politizem e se instrumentalizem para lidarem com os conflitos nos ambientes de trabalho e no combate aos assediadores.
 
Os integrantes da chapa 2 se colocaram na defesa das 30 horas, com pelo menos 12 horas ininterruptas de atendimento ao usuário e controle social, ressaltando a importância do trabalho de colegas do GT Reorganiza UFSC: isonomia para todos, trabalho este que foi desconsiderado por integrantes da atual gestão em assembleias da categoria. Para a chapa 2, esta é uma luta urgente e prioritária.
 
Nossa chapa ressaltou a importância do investimento em formação política de forma permanente e de trabalho de base. Trabalho este que vem sendo realizado, desde a última greve de 2012 por muitos integrantes da chapa 2, com passagem nos setores informando sobre os atos e sobre os debates e seminários acerca de temas nacionais e locais.
 
A oposição também criticou a atual diretoria do Sintufsc sobre a ausência de um programa de filiação para os novos trabalhadores da UFSC. Mais de mil TAES ingressaram nos últimos anos sem que seja feito um trabalho de base para inclusão de novos filiados. Muitas baixas nos últimos anos também demonstram o descontentamento generalizado com a forma como vem sendo administrado nosso sindicato. 
 
Perguntas como a realização de festas e confraternizações, foram respondidas pelas duas chapas. Para a chapa 2, as festas e confraternizações são importantes e vão ser feitas e valorizadas. Porém, a chapa 2 questionou os altos gastos com a distribuição de brindes e o uso deste mecanismo nas festas como forma de promoção de dirigentes com vistas a eleições futuras. Queremos transparência nas contas e práticas éticas no sindicato. 
 
Sindicato deve ser de luta. Essa é a nossa meta, e esse foi o tom que a chapa 2 procurou levar para o debate.
 
ALGUMAS PROPOSTAS ELENCADAS NO DEBATE PELA CHAPA 2:
Universidade
Por uma universidade pública e de qualidade
Contratações por concurso público
Organização dos trabalhadores por local de trabalho

Formação política permanente
Realizar amplos debates e cursos sobre
temas emergentes: fundações, cursos pagos,
capacitação, salário e direitos trabalhistas,
30 horas, novas
contratações, etc.
 Aposentadoria
Paridade com os ativos
Luta pelo reenquadramento
Nenhum direito a menos
Luta contra a privatização da aposentadoria
Pela anulação da reforma de 2003
 Carreira
Luta por uma carreira de verdade e um plano
de cargos e salários, com a correção das
distorções contidas no enquadramento do
PCCTAE e a racionalização dos cargos.
Reativação de cargos extintos que são
importantes para a universidade
Luta pelo restabelecimento dos direitos
trabalhistas dos novos contratados.
 Outras lutas importantes:
. Contra as reformas de qualquer governo que
retiram direitos dos trabalhadores e
favorecem o capital, sempre na defesa do serviço público.
. Defesa do direito de greve e contra a
criminalização dos movimentos e lutadores sociais.
. Fim da terceirização; solidariedade às lutas
por condições de trabalho dos trabalhadores
precarizados e terceirizados.
. Por uma política efetiva de saúde pública dos
trabalhadores na UFSC.
. Luta pela paridade nas instâncias
deliberativas da universidade
. Incentivar espaços de convivência e lazer
dos TAEs.
. Socializar as informações e
potencializar a comunicação através das redes sociais.
 

 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Conversando com trabalhadores do RU

 

 
Integrantes da Chapa 2 estiveram hoje pela manhã conversando com os trabalhadores do RU. Ouviram as demandas, falaram sobre as lutas que seguem sendo travadas em Brasília no que diz respeito aos trabalhadores de nível médio, informaram sobre as 30 horas e sobre a falta de informação e mobilização por parte do sindicato. Também ouviram sobre as lutas que acontecem nas ruas de todo o país sobre as quais também o Sintufsc não se manifestou. nenhum assembleia, nenhuma discussão. A Chapa 2 informou, explicou o que estava em jogo nas ruas, falou da necessidade de mobilização dos trabalhadores para que venham as conquistas. "Temos gente experiente, gente nova, gente com mais tempo na UFSC. Todos dispostos a recuperar a força que o Sintufsc sempre teve. Agora é hora de renovar", disse Rosana Prazeres, uma das integrantes da Chapa.
 
Os trabalhadores conversaram sobre os rumores que circulam que se a Chapa 2 ganhar não haverá mais caravana nem festas no sindicato. Foi explicado como são feitas as festas hoje no sindicato, com a distribuição de prêmios, todos pagos com o caixa do Sintufsc. Foi dito que as festas seguirão acontecendo, pois é claro que o trabalhador não é só trabalho. Precisa do encontro, da festa, do lúdico, do esporte. O que vai mudar é maneira de fazer. Tudo será transparente e o dinheiro dos filiados não será gasto só com alguns. Sindicato existe para investir na luta. Nesse sentido, sobre as caravanas, a resposta é a mesma. Se a luta pedir caravanas à Brasília, elas vão acontecer. Isso é óbvio. Os rumores são mentiras que alguns levantam por não terem argumentos bons para enfrentar a proposta da nossa Chapa. 
 
Assim, antes de acreditar nos boatos, converse com a gente. Nossas propostas são claras. Queremos um sindicato alegre, vivo, com formação, conhecimento e muita luta. Há muitos direitos a conquistar e outros a recuperar. Então, não hesite. Dia 25 de julho. Chapa 2.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Em campanha pela UFSC

Caminhando pelos setores da UFSC a gente percebe a tremenda ausência do sindicato. Dezenas de trabalhadores novos que nunca receberam sequer uma visita para serem apresentados à luta sindical. Muito desejo de informação, muitas dúvidas, muitos medos e muito pouco conhecimento do que seja o trabalho de um sindicato e a necessidade dele nas suas vidas. Mesmo que eles não votem, nós, da Chapa 2, estamos conversando, esclarecendo e convidando para que se filiem ao sindicato e venham conhecer as lutas que devem ser travadas. Os mais novos já entraram com muitos direitos perdidos, e há uma grande demanda de novas lutas em função da modernização do trabalho.
 
Uma das principais tarefas que teremos de cumprir será justamente acolher toda essa gente nova que chegou na UFSC e que não acredita no sindicato e no que ele possa trazer de bom. Muito trabalho de formação terá de ser feito, muita visita, muita informação. Enfim, o bom e velho trabalho sindical de visitas aos setores, de proximidade com o filiado.
 
Por isso, não temos dúvidas de que a nossa é a melhor proposta para o sindicato. Construir uma entidade que informe, que esclareça e que lute pelos direitos de todos.  No dia 25, vote CHAPA 2 - Sindicato de Luta. Sindicato Vivo!... 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Chapa 2 - Sindicato de Luta se solidariza e se mobiliza nos protestos


Povo na rua muda o mundo
Manifeste-se também

Dia 20 de junho de 2013
18 h
Em frente ao Ticen

O grupo que hoje integra a Chapa 2 - Sindicato de Luta, na disputa da direção do Sintufsc, vem a público se solidarizar com toda a população que desde a semana passada vem se manifestando em várias cidades brasileiras contra o aumento das tarifas de ônibus, por um transporte de qualidade e contra a remoção de famílias por conta das obras da Copa do Mundo. Entendemos que só o caminho da luta na rua, com o povo mobilizado, pode fazer acontecer as mudanças necessárias. Porto Alegre já mostrou que a luta organizada, com gente na rua, foi capaz de reduzir a tarifa do ônibus. São Paulo vem num crescendo, com estudantes e trabalhadores se mobilizando por transporte público de qualidade.

Também repudiamos veementemente a violência policial praticada contra a gente que luta por seus direitos. Já foi comprovado que em muitas das manifestações, toda a confusão foi formada por agentes infiltrados nas passeatas. Entendemos que nenhuma ação isolada de qualquer pessoa, agente ou não, pode justificar a selvageria desatada pela polícia contra manifestantes e até jornalistas que ali estão unicamente para registrar os acontecimentos.

Em Florianópolis, os movimentos sociais estão chamando uma manifestação para o dia 20, quinta-feira, no centro da cidade, às 18h, em frente ao Ticen. Nós, da Chapa 2 lá estaremos, porque acreditamos que só a luta muda o destino das gentes.

Convocamos todos os trabalhadores para se fazer presente também, engrossando a luta por melhorias na mobilidade urbana, assim como um transporte digno, com uma tarifa que não penalize as famílias, avançando para a conquista da tarifa zero.   

terça-feira, 18 de junho de 2013

Assuntos de aposentadoria



Os trabalhadores públicos tiveram grandes perdas na reforma da Previdência e isso só está piorando. Os que entraram no serviço público agora já entram com menos direitos do que os mais antigos, criando uma disparidade intra-classe. Agora, não bastasse toda a mudança já feita,  foi aprovada a Previdência Complementar  Privada. Isso significa que, para se aposentar com salário integral, caso passe do teto, o trabalhador precisará se vincular a esse fundo privado, correndo todos os riscos. Nosso compromisso é lutar para que os que já se aposentaram possam recuperar seus direitos, com a anulação da reforma, aprovada de forma irregular. Também precisamos de muita luta para mudar acabar com essa armadilha de fundo privado, que joga a velhice da gente numa roleta russa. Quem vai estar na linha de frente de todo esse processo são as trabalhadoras Erica Xavier de Oliveira (já aposentada), que atuou no CCA, e Eva Maria Seitz, que trabalha na sala de leitura do HU.

E, para além da luta por direitos, também promoveremos encontros de formação e lazer, porque, afinal, a aposentadoria não significa inatividade.

Coordenações regionais reforçarão a luta

DEMÉTRIO GOMES ALVES

LETÍCIA REGIANE DA SILVA TOBAL

AGEU CIPRIANO

JOSÉ AFONSO VOLTOLINI

JOÃO SOL ROZA PAGANI

Com a criação de novos campi a ação do sindicato cresceu. Antes, cuidávamos apenas do campus de Florianópolis e dos dois colégios agrícolas, de Camboriú e Araquari. Agora, temos a UFSC também em Araranguá, Curitibanos e Joinville. Tudo isso demanda mais gente para trabalhar e organizar a categoria. Nos novos campi pouquíssima gente está filiada no sindicato. Esse é um trabalho gigante que teremos de cumprir, porque nossa proposta é incluir todos os trabalhadores, trazê-los para a luta cotidiana por melhores condições de trabalho, salário, carreira e vida digna. Com esses coordenadores regionais pretendemos visitar os campi mensalmente, trazendo as demandas, levando informação, fornecendo aos trabalhadores os instrumentos para a luta, para o lazer, para a construção da universidade que sonhamos.

Coord.Regional – Camboriu DEMÉTRIO GOMES ALVES
Coord. Regional – Araquari LETÍCIA REGIANE DA SILVA TOBAL
Coord. Regional – Araranguá AGEU CIPRIANO
Coord. Regional - Curitibanos JOSÉ AFONSO VOLTOLINI
Coord. Regional – Joinville JOÃO SOL ROZA PAGANI

Esporte e lazer para os trabalhadores

CLAUDIO HOHER TRINDADE

A vida dos trabalhadores não pode ser reduzida ao mundo do trabalho e um sindicato de luta precisa atuar no sentido de garantir aos seus filiados um espaço de respiro, no qual cada um e cada uma possa contar com políticas de esporte e lazer. A Chapa 2 acredita que esse setor é extremamente importante como um espaço de vida e saúde. Porque o esporte deve sempre estar a serviço de uma existência saudável, soberana, harmônica e segura. Nossas propostas na área de esporte caminharão por essas vias. Futebol, festa, ginástica, dança, alegria, prevenção de doenças, tudo haverá de ser proporcionado. Sempre dentro da transparência e do respeito ao patrimônio que é de todos.  Para atuar nessa área contaremos com a presença de um trabalhador da Imprensa Universitária, Claudio Hoerh Trindade, que está cheio de vontade de trabalhar em prol de toda a categoria. Confie no nosso trabalho e, no dia 25 de julho, nos dê o seu voto!!!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Chapa 2 – Sindicato de Luta se solidariza e se mobiliza nos protestos


O grupo que hoje integra a Chapa 2 - Sindicato de Luta, na disputa da direção do Sintufsc, vem a público se solidarizar com toda a população que desde a semana passada vem se manifestando em várias cidades brasileiras contra o aumento das tarifas de ônibus, por um transporte de qualidade e contra a remoção de famílias por conta das obras da Copa do Mundo. Entendemos que só o caminho da luta na rua, com o povo mobilizado, pode fazer acontecer as mudanças necessárias. Porto Alegre já mostrou que a luta organizada, com gente na rua, foi capaz de reduzir a tarifa do ônibus. São Paulo vem num crescendo, com estudantes e trabalhadores se mobilizando por transporte público de qualidade.

Também repudiamos veementemente a violência policial praticada contra a gente que luta por seus direitos. Já foi comprovado que em muitas das manifestações, toda a confusão foi formada por agentes inflitrados nas passeatas. Entendemos que nenhuma ação isolada de qualquer pessoa, agente ou não, pode justificar a selvageria desatada pela polícia contra manifestantes e até jornalistas que ali estão unicamente para registrar os acontecimentos. 

Em Florianópolis, os movimentos sociais estão chamando uma manifestação para o dia 20, quinta-feira, no centro da cidade, às 18h, em frente ao Ticen. Nós, da Chapa 2 lá estaremos, porque acreditamos que só a luta muda o destino das gentes.

Convocamos todos os trabalhadores para se fazer presente também, engrossando a luta por melhorias na mobilidade urbana, assim como um transporte digno, com uma tarifa que não penalize as famílias, avançando para a conquista da tarifa zero.

Povo na rua muda o mundo. Manifeste-se também. Dia 20, 18h. Em frente ao Ticen.   

domingo, 16 de junho de 2013

O jurídico como espaço de luta

MARISTELA CASTRO

RODRIGO WEINHARDT BORGES

A justiça, via de regra, raramente está do lado do trabalhador. Mesmo assim, muitas das nossas conquistas vieram por esse caminho. As ações na justiça exigindo direitos são demoradas, se arrastam, mas no fim das contas, se há um bom  trabalho jurídico, acompanhado de lutas fortes, os trabalhadores acabam vencendo. Temos bons exemplos disso. Hoje, estamos vivendo alguns ataques nesse campo, como é o caso da ação do INSS da Unimed, que a justiça quer que os sindicatos paguem. Não podemos nos encolher diante disso. O que não é justo não pode ser admitido como real. 

Nossa gestão vai lutar com todos os meios para evitar qualquer perda aos trabalhadores. Para isso contaremos com gente experiente nessa área, bem como o sangue novo, que tanto bem traz para as organizações. No setor jurídico apresentamos nossos candidatos. Rodrigo Weinhardt Borges, trabalhador na Prefeitura, que muito já contribuiu com a categoria em outras gestões e Maristela Castro, trabalhadora no  NDI, disposta a dar a sua contribuição pela primeira vez numa direção. Vocês sabem que podem contar com uma gente que não vai se amedrontar com qualquer desafio que apareça. Pelo contrário. Essa é uma gente de luta!

A informação precisa chegar no filiado

PAULO FERNANDO LIEDTKE

Num sindicato preocupado com a emancipação dos trabalhadores um dos pontos estratégicos é a comunicação. A informação precisa chegar rápido e ser eficiente. Os trabalhadores devem saber tudo o que se passa em nível nacional no que diz respeito às lutas, como a Fasubra está encaminhando as questões pendentes da greve, como andam as negociações. Também é preciso divulgar as demais lutas que são travadas pelas outras categorias, pois tudo se articula na luta geral da classe trabalhadora.

Na nossa gestão vamos melhorar muito o processo comunicativo, entrando firma nas redes sociais, colocando o Sintufsc na ponta dos debates, da informação de qualidade, do jornalismo que é conhecimento. Para isso contaremos com a experiência de Paulo Liedke, trabalhador da Agecom e que já participou da administração do Sintufsc em outra gestão, como suplente. 

Nossa proposta é fazer um jornal de qualidade, atuar no facebook, no twitter, permitir que o filiado se manifeste, escreva, analise a realidade. No Sintufsc da gestão "Sindicato de Luta" todas as vozes poderão falar, sem censura. Mesmo a oposição, pois o sindicato é de todos.

sábado, 15 de junho de 2013

A administração e finanças

CRISTINA EBERHADT FRANCISCO

ILSOMIR SEBASTIÃO DA SILVA

Uma das coordenações importantes do sindicato é que trata da administração e finanças. Por aí passa a organização cotidiana da entidade e o cuidado com o dinheiro do filiado. Num sindicato de luta, as contribuições são para que a categoria possa organizar suas batalhas contra todos aqueles que queiram surrupiar direitos. Também é certo que o sindicato deve se preocupar com o bem estar do filiado, promover festas e momentos de confraternização. Mas, tudo isso deve ser feito com transparência e respeito ao patrimônio que é de todos e não só de alguns. Na nossa gestão a coordenação de administração e finanças está bem equilibrada. Um trabalhador já com longa caminhada na UFSC, o Ilsomir Sebatião da Silva, que atua no Hospital Universitário, e uma trabalhadora da nova safra, cheia de vontade de construir e contribuir, a Cristina Eberhadt Francisco, que atua no CCB. 

Juntos, faremos do Sintufsc um sindicato de luta, conquistado aquilo que é direito do trabalhador.